SINPRF-TO COBRA PROVIDÊNCIAS DO DEPARTAMENTO EM RELAÇÃO A OPERAÇÃO TAMOIO – MARCO ZERO E CAPACITAÇÃO NA REGIONAL

01/03/2021 01/03/2021 19:05 63 visualizações

SINPRF-TO COBRA PROVIDÊNCIAS DO DEPARTAMENTO EM RELAÇÃO A OPERAÇÃO TAMOIO – MARCO ZERO E CAPACITAÇÃO NA REGIONAL

 

O SINPRF-TO enviou ofício ao departamento de Polícia Rodoviária Federal na tentativa de esclarecer alguns pontos que geram dúvidas ao efetivo empregado tanto na Operação TAMOIO – MARCO ZERO, quanto nas capacitações que estão previstas para acontecer. Na oportunidade foi enviado ofício ao Diretor de Operações e ao Diretor Executivo.

 

O primeiro ofício foi direcionado ao Diretor Executivo, PRF Hott. O conteúdo versa sobre os cursos de capacitação que a regional irá ministrar ainda esse ano. É sabido que os números de contaminados por COVID-19 no estado do Tocantins têm crescido assustadoramente e as vagas em leitos de hospitais estão diminuindo demasiadamente.

 

Já o segundo ofício foi enviado ao Diretor de Operações, PRF Cassimiro, onde mostramos preocupação com o efetivo PRF convocado em nossa regional e que deslocou para o estado de São Paulo, a fim de trabalhar na Operação Tamoio – Marco Zero. A preocupação é a mesma, ou seja, o contágio pelo novo coronavírus.

 

Em ambos ofícios, fizemos questionamentos como disponibilidade de testes Covid-19 para os servidores convocados; se os testes de Covid-19 serão realizados no momento da chegada dos servidores ou somente em casos de sintomas de contaminação; se haverá previsão de testagem rotineira como forma de prevenção e cuidado constante; em caso de testagem positiva, qual será o protocolo assumido pelo órgão em relação ao servidor contaminado; se serão disponibilizados servidores da área de saúde da Instituição para acompanhamento na Operação; entre outros questionamentos.

 

Quem desejar acompanhar o andamento dos processos pode acessá-los pelo SEI através dos números 08650.014108/2021-70 (Ofício SINPRF-TO nº 09/2021 – DIREX) e 08650.014114/2021-27 (Ofício SINPRF-TO nº 10/2021 – DIOP).

 

Importante destacar que estamos preocupados e atentos aos desdobramentos dessas operações e cursos, tendo em vista que o número de policiais contaminados é crescente e recentemente tivemos pedido de vacinação do efetivo negado pelas autoridades locais.